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Me descobri com o Cadu, meu primo recém advogado! – Parte 2

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Eu fiquei estatelado, olhando para o teto, completamente sujo da minha porra e, principalmente, da dele. Meu pau ainda latejava, uma gota de líquido ainda escorrendo da cabeça. Só conseguia pensar na loucura que eu tinha acabado de fazer, e no soco que eu daria na cara de alguém que me dissesse que eu faria aquilo tudo algumas horas atrás. Ouvi o chuveiro ligado no banheiro ao lado, me levantei correndo em direção ao banheiro do quarto dos meus pais tomando o cuidado de não deixar que nada caísse no chão e fechei a porta com força.

Parte 1

Ainda tremia consideravelmente, e passei mais de meia hora me lavando e tentando me acalmar. Em certo momento, me sentei no chão e deixei a água cair na minha cabeça, quase me fazendo dormir. Quando criei coragem para sair, me enxugar e entrar no meu quarto, já encontrei o Cadu dormindo no colchão ao lado da minha cama. Respirando aliviado por não precisar conversar com ele pelo menos naquele momento, vesti meu calção, deitei na cama e apaguei.

Acordei no outro dia por volta das 10 da manhã decidido a deletar da minha vida o que tinha acontecido ontem. Eu tinha certeza que o álcool foi o causador de tudo e o Cadu deveria estar tão constrangido quanto eu. Logo, se fingíssemos que nada rolou, então nada tinha rolado. Vamos pôr uma pedra em cima disso tudo.

Mas, depois de tomar um banho e chegar na cozinha para tomar um pouco de café, a última coisa que transparecia na cara dele era constrangimento. Assim que me viu, o Cadu deu um sorriso safado com a xícara a meio caminho da boca.

– E aí, dormiu bem? – perguntou.

– Hum-hum. – murmurei.

– Gostoso você, hein. – mandou, descaradamente.

Fiquei vermelho como um tomate e ignorei o comentário. Quando sentei na mesa, olhando minha xícara, ele continuou.

– Uma vez eu peguei um cara lá em Curitiba, numa festa que eu fui. – eu não acreditava que eu estava ouvindo aquilo. – Branquinho, loirinho, olhos azuis… Pense numa bunda!!! Porra, melhor chupada que eu já levei… Épico!

Um frio percorreu minha espinha, meu estômago, comecei a tremer um pouco, e de repente, perdi a fome. Mas, continuei parado, olhando para o conteúdo da xícara. E o safado continuava a me contar a transa dele para mim como se estivesse se gabando para um amigo sobre a mulher que tinha comido.

– O filho da puta sugava minha pica de um jeito que parecia um desentupidor. Ele engoliu até as bolas, mano, nunca vi caber tanta coisa numa boca tão pequena! – falou, rindo. – Tu viu né, sabe que não é a maior coisa do mundo, mas meu pau não é pequeno né?

– Sei lá. – disse, só para não ficar calado.

Eu estava começando a me desesperar. Meu pau começava a dar sinal de vida por baixo da cueca samba-canção que eu estava usando, e ele não iria demorar a perceber.

– Então, eu tive que me conter para não gozar na boca dele. – continuou o relato, empolgado. – Tu viu que eu gozo pra caralho né? Não sei se ele ia conseguir engolir tudo, provavelmente ia engasgar.

Fudeu. Meu pau ficou duro como pedra na mesma hora, e ele pareceu bem satisfeito com isso.

– Porra, já tá armando a barraca pra mim, Matias? – ele riu. – Caramba, eu já tô de pau duro, também, olha só!

E arriou completamente o seu calção. Seu pau pulou para fora, ainda mais suculento do que no dia anterior. Suspeito que ele nem dormiu direito com vontade de foder, e esperou a manhã inteira para que eu acordasse e finalmente conseguisse o que queria. Ele chegou do meu lado, se abaixou e segurou meu pau por cima do tecido. No processo, sua rola encostou no meu braço, o que provocou um choque que percorreu todo o meu corpo. Comecei a suar.

– Porra Cadu, faz isso não. – falei, meio sem convicção. – Eu não gosto disso não, pô!

– Gosta sim, só não sabia disso. – ele sussurrou, botando meu pau pra fora e começando a me punhetar. – Sente só como é gostoso. E, antes que eu pudesse pensar em relutar, ele se abaixou ainda mais e colocou meu pau na sua boca.

Me estremeci, fechei os olhos e comecei a viajar. Ele engolia meu pau até onde dava, sugava e fazia massagem na cabeça com a língua. Não contive os gemidos, segurei-o pelos cabelos e comecei a foder sua boca. Enquanto isso, ele massageava meus ovos e passava as mãos pelas minhas pernas, ocasionalmente puxando os pelos me causando uma dor gostosa como nunca tinha sentido.

De súbito, ele se levantou, agarrou meu pau com a sua mão, e me puxou, me fazendo levantar. Como se estivesse segurando a corda de uma coleira de cachorro, ele me guiou até o quarto, onde a cama, ainda bagunçada, nos esperava novamente. Eu mal tinha consciência do que estava fazendo, ou para onde estava indo. Minha mente estava nublada com o tesão que eu sentia.

Ele me jogou na cama, assim como fez na noite passada, mas desta vez eu estava de frente para ele, que se deitou sobre mim e me beijou com força, esfregando o corpo no meu e nossos paus melados. Aos poucos, foi descendo e novamente engoliu minha rola, chupando e punhetando alternadamente. Pouco depois, chupou minhas bolas e foi seguindo até chegar no meu cu.

Eu não dei conta do que estava acontecendo até que a vaca já tivesse ido para o brejo há muito tempo. No primeiro toque de sua língua no meu buraco, fui no céu e voltei. Foi como se milhares de pequenas agulhas me espetassem ao mesmo tempo em todas as partes do corpo, como se eu tivesse mergulhado num rio gelado e tomasse banho dentro de um vulcão simultaneamente, e mil gozadas que eu desse jamais chegariam perto do que eu senti. Meu gemido foi quase um grito, e percebendo o efeito que causou em mim, Cadu passou a dar o melhor de si.

Já estava absolutamente entregue, e quando dei por mim, estava de bruços, com ele afastando as polpas da minha bunda para abrir caminho para a sua boca, que me arrepiava a cada investida. Quando eu relaxei, senti um dedo penetrar facilmente pelo buraco umedecido e brincar lá dentro, enquanto eu ofegava. Logo eram dois e depois três dedos que me fodiam velozmente, enquanto eu me contorcia de prazer. Em seguida, ele se deitou ao meu lado com a cabeça na direção da minha bunda. Seu pau estava a poucos centímetros, quando ele deu a ordem.

– Chupa! – mandou.

Olhei para ele, meio assustado, meio sem reação. Ele se aproximou de mim, largou um tapa na minha cara, e ordenou mais forte ainda:

– CHUPA!

E aproximou novamente o pau do meu rosto. Meu lado machinho urrou de ódio, mas a maior parte de mim se excitou ainda mais com aquilo. Abri a boca e permiti a passagem do seu caralho, que invadiu a minha boca.

Apesar da minha absoluta inexperiência, tentei fazer o melhor que pude. Sugava e tentava pôr tudo na boca, mas era quase impossível. Vez ou outra, encostava meus dentes no pau dele, o que o fazia se recolher um pouco de dor, mas creio que isso o deixava mais louco ainda. Enquanto isso, ele continuava a me foder com os dedos, e a chupar o meu pau e minhas bolas. Depois de um tempo, ele se afastou e voltou a me deitar de bruços. Percebi o que ele queria quando, em vez de sua boca, senti o seu pau encostando na minha bunda, e seu tórax colado às minhas costas.

– Não pô, isso não. – relutei.

– Não se preocupa, se você não quiser, a gente não faz. – mentiu descaradamente, o filho da puta.

Relaxei depois dessas palavras e voltei a curtir o momento. Como o pau dele e a minha bunda já estavam bem lubrificados, ele o encaixou por entre as polpas e começou a escorrega-lo para cima e para baixo, roçando alucinadamente pelo meu cu. Enquanto isso, mordia minha orelha e beijava meu pescoço, me deixando sem forças embaixo dele. Então, ele parou, puxou um travesseiro e pediu para que eu levantasse meu quadril, colocando-o por baixo.

– Fica melhor, você vai ver.

Fiz o que ele pediu, e ele continuou a me sarrar. Quando me distraí, ele afastou minhas pernas com seus joelhos e trançou suas pernas nas minhas, me imobilizando da cintura para baixo. Percebendo o que estava acontecendo, me desesperei.

– Não, não, Cadu. – eu praticamente implorava. – Faz isso não, porra!

– Calma cara, tu já viu que tá gostoso pra caralho, não tem porque ficar de frescura agora. – ele falava sussurrando no meu ouvido na intenção de me amolecer, mas eu me agarrava inutilmente ao que eu acreditava ser o último fiapo da minhas masculinidade, que gritava dizendo que homem que é homem não dá a bunda.

Meu cu estava completamente exposto pra ele, que pincelava a cabeça da rola me dando uma vontade louca de pedir pra ele me comer, mas eu resistia. Passado um tempo, ele, num movimento com o quadril, encaixou na porta do meu cu. Forçou um pouco, mas eu tranquei. Ficamos nessa guerra durante um tempo, no qual a minha força de vontade esmorecia pouco a pouco, enquanto a dele se fortalecia cada vez mais. Cansado, relaxei sem querer e a cabeça entrou, arrancando um grito de mim.

– PÁRA, TÁ DOENDO! – eu quase chorava, mas ele não se importava. Ficou parado por volta de 10 segundos, mexeu um pouco mais o quadril e começou a deslizar para dentro de mim.

A sensação era a de estar sendo empalado e, apesar de ter 17 cm de pau, eu senti como se fossem 30. Parecia que nunca ia acabar, quando senti sua pele deitada na minha barriga. Ele estava todo dentro, e eu me contorcia de dor. Senti sua boca ao pé do meu ouvido, sussurrando:

– Tá gostando do meu pau? – e começou a movimentar o quadril para cima e para baixo, bem lentamente, me fazendo sentir cada centímetro como se fosse um quilômetro. – Eu tô adorando descabaçar esse cuzinho apertado. Que delícia! – Meu pau, que tinha amolecido, começou a dar sinal de vida. – Tô de olho nessa bundinha faz tempo! – ele começou a acelerar um pouco, e eu comecei a gemer. – Essa bundinha nasceu pra levar rola, que gostoso!

Nesse momento, nem percebi que eu já não estava mais preso a ele. Eu podia escapar, se eu quisesse. Mas, será que eu queria? Eu já tinha passado pelo pior, e estava ficando melhor a cada segundo. Involuntariamente, mordi o pau dele com o meu cu.

– Tá gostando, né safado! – agora ele falava um pouco mais alto. – Puta que pariu, que cu delicioso! Vou querer comer todo dia! Você quer levar rola todo dia?

Fiquei calado. Senti um tapa no topo da parte de trás da minha cabeça.

– Eu perguntei – ele parou os movimentos, me puxou pelo cabelo por trás e disse no meu ouvido. – Se. Você. Quer. Levar. Rola. Todo. Dia. – ele pontuava cada palavra com uma estocada no meu cu, me fazendo ver estrelas.

– Q-Quero. – respondi, baixo e timidamente.

– Eu não ouvi. Repete. – ele tava de sacanagem comigo.

– Eu quero. – eu não acredito que eu tava falando aquilo.

– Então é o que você vai ter. – ele começou a foder loucamente, sem piedade. – Vou te comer todo dia, vou te deixar assado, sua bichinha do caralho. – ele estava alucinado e eu em êxtase – Tu vai ficar viciado no meu pau, essa bunda é minha agora! De quem é essa bunda?

Não respondi. Naquele momento, eu não sabia nem meu nome. Ele me comia com força.

– DE QUEM É ESSA PORRA DESSA BUNDA, SEU MERDA? – me assustei com o grito dele.

– É tua. – a minha única opção era responder.

– Então vou batizar ela agora, te prepara. Ahhhhhhhhh – e gozou bastante, tanto que saiu escorrendo do meu cu. Ele ainda me virou, enfiou de novo seu pau e me comeu por uns 30 segundos, enquanto eu me punhetava e gozava como nunca tinha gozado na vida, com espasmos e a respiração pesada.

Assim como na noite anterior, me vi banhado em porra, mas agora também tinha por dentro de mim. O filho da puta que tinha feito gato e sapato de mim, me deu um beijo, levantou e saiu caminhando para o banheiro com aquela linda bunda sarada balançando ao ritmo de suas passadas. Olhei bem e meu pau endureceu novamente: que bunda linda… Será que eu consigo dar o troco nele?

Continua…

Galerinha, não esqueçam de deixar seus comentários e dizer o que estão achando do conto.

Já já volto com o final para vocês!

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